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O Co-living: viver em conjunto, de outra forma

Conheça o conceito em voga do Co-living, uma solução inovadora para habitar, partilhar e criar laços com toda a simplicidade.

5 min de leituraPela equipa StyQR

Conheça o conceito em voga do Co-living, uma solução inovadora para habitar, partilhar e criar laços com toda a simplicidade.

O que é o Co-living?

Quatro colegas de casa tiram uma selfie no sofá, com copos de vinho e tábua de aperitivos

O Co-living (ou coliving, para os mais próximos) é muito mais do que um simples arranjo de casa partilhada. É um estilo de vida moderno, pensado para jovens profissionais, freelancers, nómadas digitais, em suma, para todos os que querem conciliar vida social, flexibilidade e conforto.

Imagine um grande apartamento (ou uma casa de sonho) onde cada pessoa tem o seu quarto privado, mas onde os espaços comuns parecem saídos de uma revista de decoração: cozinha totalmente equipada, sala acolhedora, às vezes até ginásio, cinema em casa ou rooftop com vista sobre a cidade. E tudo isto com Wi-Fi que não falha e limpeza que se faz sozinha (obrigado aos serviços incluídos).

E não, não é uma utopia. É apenas o Co-living.

As vantagens do Co-living

Porque é que este conceito conquista tanta gente? Porque responde a tudo o que se espera de uma vida urbana moderna, prática e convivial.

Está tudo incluído (e isso agrada)

O Co-living propõe uma renda "all inclusive": despesas, Internet, limpeza, às vezes até Netflix ou atividades comunitárias. Acabaram as faturas surpresa no fim do mês. Paga-se, vive-se, respira-se.

Zero complicações

Não é preciso andar à procura de uma máquina de lavar nem abrir um contrato de eletricidade. Está tudo pronto a usar. Chega com a mala e é só isso.

Flexibilidade máxima

Quer ficar 3 meses? 6 meses? Mais? A maioria das residências de Co-living oferece grande flexibilidade quanto à duração da estadia. Perfeito para quem está em transição, para os viajantes de longo curso ou para os indecisos crónicos.

Uma verdadeira comunidade

Aqui partilha-se mais do que paredes. Os espaços comuns são pensados para favorecer as trocas: jantares coletivos, eventos, sessões de yoga... O Co-living cria um espírito de comunidade, sem obrigar os introvertidos a serem a estrela da festa.

Co-living vs casa partilhada: quais são as diferenças?

Boa pergunta! À primeira vista, pode parecer semelhante. Mas, enquanto a casa partilhada clássica pode rapidamente tornar-se caótica (entre o frigorífico com bolor e as faturas esquecidas), o Co-living profissionaliza o conceito.

  • Gestão centralizada: uma empresa gere tudo, como um hotel de longa duração.
  • Serviços incluídos: não é preciso preocupar-se com nada.
  • Ambiente escolhido: alguns espaços chegam a selecionar os perfis para uma melhor compatibilidade (nada de fãs de techno aos berros se gosta de calma absoluta, que alívio!).

Para ver as duas fórmulas num relance, eis o que muda concretamente entre um apartamento partilhado clássico e uma residência de co-living.

CritérioApartamento partilhado clássicoCo-living
GestãoOs habitantes organizam-se entre siUma empresa gere tudo, como um hotel de longa duração
Contratos e encargosContrato de eletricidade, faturas, surpresas ao fim do mêsRenda «all inclusive»: encargos, Internet, limpeza
EquipamentoÉ preciso mobilar e equipar por conta própriaPronto a viver: chega-se com a mala
Espaços partilhadosCozinha e sala comunsCozinha equipada, sala, por vezes ginásio, cinema ou rooftop
DuraçãoContrato longo, compromisso clássico3 meses, 6 meses ou mais, grande flexibilidade
Vida socialAo acaso dos encontrosPerfis por vezes selecionados, jantares coletivos, eventos, yoga

Para quem é o Co-living?

Três colegas de casa conversam sorridentes numa sala aberta à cozinha, com café e telemóvel na mão

O Co-living destina-se a todos os que querem uma casa pronta a habitar, sem preocupações e com uma dose bem calibrada de vida social. Em particular:

  • Jovens profissionais que mudam de cidade com frequência
  • Freelancers e teletrabalhadores
  • Estudantes em fim de curso ou em estágio
  • Expatriados recém-chegados
  • Quem simplesmente quer viver melhor, em conjunto

E quanto ao orçamento?

Uma mão coloca uma moeda num mealheiro sobre cubos de madeira que formam a palavra budget

Costuma ser mais barato do que viver sozinho, sobretudo quando se somam todas as despesas, os móveis, as subscrições e o tempo gasto a gerir tudo isso. O Co-living permite otimizar o orçamento da habitação e, ao mesmo tempo, usufruir de um nível de conforto superior.

Em resumo…

O Co-living é um pouco como uma casa partilhada em versão de luxo e sem os inconvenientes. Convivial, flexível e prático, este estilo de vida afirma-se como uma resposta inteligente aos desafios urbanos: falta de habitação, isolamento, maior mobilidade…

E depois, quem sabe? Talvez o seu futuro colega de casa venha a ser o seu melhor amigo, o seu sócio… ou a sua cara-metade?

Perguntas frequentes

Qual é a diferença entre co-living e um arrendamento partilhado? Num arrendamento partilhado clássico, são os próprios habitantes que tratam dos contratos, das despesas e da organização do dia a dia. No co-living, é uma empresa que gere tudo, um pouco como um hotel de longa duração, e os serviços estão incluídos. Algumas residências chegam a selecionar os perfis para que a convivência corra melhor.

O que está incluído na renda de co-living? O princípio é uma renda «all inclusive»: despesas, Internet, limpeza e por vezes até uma subscrição de streaming ou workshops comunitários. Não tem de abrir contrato de eletricidade nem de andar à procura de uma máquina de lavar. Chega com a mala e o resto já está tratado.

Quanto tempo se pode ficar numa residência de co-living? A maioria das residências dá grande flexibilidade na duração: três meses, seis meses ou mais. É isso que torna a fórmula adequada a períodos de transição, missões curtas ou saídas para o estrangeiro. Não fica preso a um compromisso longo por uma casa que vai deixar dentro de um ano.

O co-living fica mais barato do que viver sozinho? Muitas vezes sim, desde que se comparem os totais reais. Somando renda, despesas, mobiliário, subscrições e o tempo gasto a gerir tudo isso, a fórmula permite otimizar o orçamento de habitação com um nível de conforto superior. A conta faz-se sobre o conjunto, não apenas sobre o valor da renda.

É preciso ser muito sociável para viver em co-living? Não. Cada pessoa tem o seu quarto privado e pode recolher-se quando quiser. Os espaços comuns e os eventos, jantares coletivos ou sessões de ioga, existem para quem tem vontade. O espírito de comunidade propõe-se, não se impõe aos introvertidos.

A quem se dirige realmente o co-living? A quem procura uma casa pronta a habitar, sem complicações administrativas e com alguma vida social. Na prática: jovens profissionais que mudam muitas vezes, freelancers e teletrabalhadores, estudantes em fim de curso ou em estágio, expatriados recém-chegados. E, de forma mais ampla, quem quer simplesmente viver melhor, em conjunto.

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